FOCA BRASIL - Fundação Organizacional de Comunidades Autônomas

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07/02/11 – SOBRE CARREGADOR UNIVERSAL DE CELULARES


Messias – RO

Caro Colega, bom dia!
Que beleza, é uma pequena prova dos absurdos que estamos vendo no dia a dia. Este tema eu comentava recentemente com um amigo. Porém muitos problemas mais velhos continuam se repetindo e já parece normal mesmo com os acontecimentos de ecos e ecos no mundo. Vejamos a questão das peças dos carros, arranja-se o pretexto das novas tecnologias que é uma verdade e grande necessidade dentro da lei de progresso do mundo, para se descartar peças de um carro que apenas mudou de ano e troca-se o encaixe da peça e já não dá mais certo (isso se tratando de uma mesma concessionária). E mais e mais fatos, que nossos governantes poderiam fiscalizar em defesa do consumidor e meio ambiente, porém o compromisso parece maior com os fabricantes.


Roberta Vieira - João Pessoa – PB

Não só apoio, concordo e aprovo, como parabenizo pela iniciativa. Que surjam mais propostas como esta.


15/05/10 – SOBRE A CONSTRUÇÃO DA USINA BELO MONTE – RO


Eduardo

Prezados Senhores do FOCABRASIL:
Sou Juiz aqui em Macapá, ou seja na Amazônia.
Só o Estado do Amapá, consome em média 1.500.000 (UM MILHÃO E QUINHENTOS MIL) Litros do Óleo Diesel, a cada 24 (vinte e quatro) horas, para gerar eletricidade.
Seria interessante apurar-se quanto gastam (de óleo diesel - por dia), os Estados de Roraima, Acre e Rondônia.
Propositadamente, estou deixando "por fora", o Estado do Pará e o Amazonas, que gastam uma enormidade.
Agora são 21:10 HS, estou trabalhando, com luz acesa, é claro, e ar condicionado (a temperatura externa deve estar por volta dos 32 graus centígrados...
E para gerar esta eletricidade, as Termo Elétricas de Santana (cidade vizinha à Macapá), estão a "todo vapor".
O Amapá não pode ter indústrias, pois como vocês viram, NÃO temos energia elétrica. Existe a possibilidade de se tirar energia do sol, mas isso levaria talvez uns 50 anos no mínimo, eis que no momento, não existe tecnologia para isso, a nível comercial... É isto aí, Senhores.


Reginaldo Andrade

Senhor,
Sim, da de Belo Monte, do Amapá-AP, do Laranjal do Jarí, de Mazagão-AP, do Oiapoque-AP, das que são necessárias no Nordeste do Brasil, desde que o governo federal não as use para enriquecer a ele e sua corja petista que só afunda o Brasil lá fora no buraco do pré-sal!


Lauro Barbosa

Sim, sou de acordo plenamente de acordo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


01/03/10 - Jorge Furtado

Acredito que há uma certa evolução no tratamento da questão ambiental, entretanto no meu entender está muito longe do que realmente precisa ser feito. Os países ricos destruíram tudo o que foi possível e agora não querem pagar o preço da destruição e impõem aos países em desenvolvimento regras restritivas. E aí? Fazemos como eles fizeram (e fazem) ou buscamos novos caminhos. No caso da Amazônia o certo seria que eles pagarem uma taxa de preservação, pois nossa população além de aumentar na mesma proporção da deles tem necessidade de uma vida melhor.

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