FOCA BRASIL - Fundação Organizacional de Comunidades Autônomas

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Conscientização Ambiental


“A humanidade acordou para a necessidade de preservar o meio ambiente e impedir a destruição da própria espécie. No mundo todo se fala em mudança de atitude para transformar pessoas comuns em cidadãos mais conscientes e engajados na defesa do planeta.


Mudar atitudes e diminuir o impacto negativo do homem na natureza: papel da Educação Ambiental.


Aquecimento global, degelo das calotas polares, reciclagem, calor e frio em excesso, água em falta. Nunca os temas ambientais ocuparam tanto espaço na mídia e nas discussões em todos os lugares - das universidades às ONGs, dos ambientes de trabalho às escolas. A palavra de ordem é diminuir os impactos negativos do ser humano sobre o mundo. Como? Mudando atitudes pessoais e coletivas para salvar o mundo da ameaça (cada vez mais real) de colapso. A boa notícia é que já há muitos professores desenvolvendo essa mentalidade. Trabalhando com consistência e continuidade e usando conceitos de Educação Ambiental, eles estão ajudando suas turmas a formar uma cultura de defesa do planeta, envolvendo as comunidades nesse processo de reflexão, atraindo colegas de outras áreas em tarefas multidisciplinares e, assim, construindo novos jeitos de se relacionar com a realidade à sua volta.


Mudar depende de mim e de você.


Todos aqueles que amamos e que sobreviverão sobre o legado deixado pela nossa consciência. Não se trata de uma vã filosofia, mas da realidade sentida em cada aviso enviado pela natureza.


Enchentes por toda parte, secas por outras, terremotos, erupções vulcânicas, ciclones, tornados por onde nunca existiu, estão destruindo, matando sem piedade os terráqueos.


Vários animais se encontram em extinção, campos antes férteis e produtivos estão secando, rios e lagos antes de águas límpidas tornaram-se poluídos, tudo através da ganância e irresponsabilidade do homem. Nessa disputa acirrada pelo conforto, pelo poder da riqueza, ele agride a natureza de todas as formas, numa total ignorância dos efeitos desastrosos que resultam de seus gestos insensatos.


Fazemos parte de uma crescente sociedade consumista e egoísta, para a qual o desperdício é completamente ignorado. Gastam-se os bens de consumo com a maior indiferença, desprezam-se as matérias finitas que tiramos de nosso planeta e que já não servem aos nossos caprichos, sem nos interessarmos em elaborar, aperfeiçoar ou mesmo tentar formas de reciclá-las através de uma reutilização.


Fala-se todos os dias sobre a destruição da camada de ozônio por gazes produzidos na Terra, responsável pelas modificações climáticas que tanto prejudicam a existência em nosso orbe.


Descobriram outras energias alternativas, não poluentes, como o etanol, por exemplo, mas os donos do petróleo não podem aceitar perder a fortuna que ele lhes proporciona e procuram embargar a acessão do concorrente. Indústrias irresponsáveis poluem os rios, destruindo todas as formas de vida neles existentes.


E a Amazônia? Nunca foi tão maltratada como está sendo ultimamente! As queimadas são constantes, as serras derrubam, sem piedade, as árvores centenárias. A fauna é perseguida para um comércio ilegal. A regularização fundiária se não for feita segundo critérios éticos agravará o problema do desmatamento.


As normas de preservação brasileiras são reconhecidas, mundialmente, como as mais perfeitas e modernas, porém, como nunca há recursos para executá-las e fiscalizá-las punindo os infratores, estão sempre sendo descumpridas.


Dentro das reflexões ecológicas temos uma frase que diz mais ou menos o seguinte:


“Deus perdoa sempre, o homem perdoa de vez em quando, mas a natureza nunca perdoa”.

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