FOCA BRASIL - Fundação Organizacional de Comunidades Autônomas

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OPINE!


08/03/13 - Augusto

Em defesa de uma imprensa livre

Estou com vocês pelo direito à informação séria e honesta.
Vamos conseguir algumas concessões de tv e abrir um capanha para arrecadar fundos visando a estruturação desses canais para que possam não somente passar uma notícia, mais passá-la da meneira mais honesta possível.
Pela liberdade de informação.


05/03/13 - Demétrio

Em defesa de uma imprensa livre

Já passou da hora de tomarmos uma atitude definitiva contra os canalhas da esquerda que querem calar o contraditório....não li nem vou ler este velho palhaço oportunista do Mino Carta, que tal e qual radicais como Franklin Martins se prestam a esse serviço sujo.
Vamos fazer uma campanha denunciando a lambança que o PT quer fazer para calar o Brasil. Essa esquerda nojenta, corrupta e mensaleira merece um troco já. Chega de blábláblá.
De que adianta eu receber esses emails se nada fazemos ?????!!!!!


05/03/13 - Oswaldo Colombo Filho

FOCABRASIL
Prezado Senhor

Posto vosso e-mail (abaixo reproduzido) e com o qual o bom senso não há o que discordar, nem mesmo colocar em dúvida o bom nome do Jornalista Mino Carta, tal qual a mais absurda situação, que é uma afronta à moral democrática que enfrenta o jornalista Lúcio Flávio Pinto, no Pará, e isto só podendo ocorrer numa "capitania hereditária", chefiada por coronéis, quiçá cangaceiros, valho-me aqui de algumas observações.

Mino Carta bem exulta a péssima faceta da mídia com sua programação anômala à formação do nosso povo. Evidentemente, e com aquilo que lá se apresenta, bem como com aquilo que ensinamos em nossas escolas, e não com o que ensinávamos quarenta ou cinquenta anos atrás. Assim, de fato não formaremos mais escritores como Guimarães Rosa ou Gilberto Freyre; nem mesmo pintores como Candido Portinari; ou historiadores como Raymundo Faoro; Nelson Rodrigues; nem mesmo jornalistas como Claudio Abramo; como cita ele em seu artigo. Digo eu, - estamos apenas formando analfabetos; pois ao contrário do que ele cita em seu texto o índice de analfabetismo mórbido do país nunca caiu em tamanha irrelevância proporcional ao crescimento populacional nesta última e perdida década, e cuja administração pública ele tanto apoia incondicionalmente. Parafraseando o apedeuta que ele estima publicamente, continuo eu: -"nunca antes na história deste país produzimos tantos e tão desqualificados formandos em cursos superiores".

De fato meu caro Senhor, não temos nem pintores, e sequer pedreiros..., pois até estamos importando esses profissionais da Coreia do Norte, Colômbia, Bolívia e Paraguai, basta andar pelos canteiros de obra; estes sabem tomar medidas e fazer as quatro operações. São alfabetizados Enquanto isso 38% dos alunos dos cursos superiores das Universidades federais, recém-abertas como botequins em cada esquina, são analfabetos funcionais. È a ação da politicalha que diz estar propiciando melhorias sociais como também cita o Sr. Carta, poderia eu me estender no Bolsa Família, tal qual amplamente demostrado sendo apenas o sustento ao nível mínimo de cidadãos acima da linha da miséria e sem contrapartida social alguma. Uma falácia, de palaqueiro.

A situação do Sr. Carta e do Sr. Lúcio Flávio são dispares ou até antagônicas; um é da elite petralha o outro é a nítida voz já cassada pela comuna tal qual pelas infames colunas lenistas.

A ascendência de todos os nossos males sociais está em nossa carência de saber e querer impor a verdade de cada um como sendo a suprema. Dogmatizam os ideólogos, em especial os moribundos que não chegaram ao século XXI, e que não passaram pelo muro de Berlim, moram nos Jardins em São Paulo e se constrangem com o maus cheiro de esgoto do Rio Pinheiros, por isso vão sempre para Paris para respirar o Sena; mas elogiam em suas laudas a Transposição do rio São Francisco; disfarçam o Mensalão; não nos dão conta por sua "imprensa" dos pífios investimentos nesta última década perdida (apesar da maior carga tributária das Américas) em Saneamento e que ainda é a principal causa de mortalidade infantil no Brasil. Uma vergonha para dizer o mínimo.

Toda a sociedade permanecerá precária, impotente diante dessa miséria moral em que se reflete não só a programação da Rede Globo, como também as páginas em defesa do indefensável e de plena boataria da Carta Capital; assim como a invenção estúpida e de plena badalação (financiada) da expressão do jornalista Paulo Henrique Amorim – PIG (Partido da Imprensa Golpista); amplamente utilizada pelos bloguistas do mensaleiro Dirceu e afins. Afinal, rotular a imprensa de burguesa falsa a que serve? Retirar os jovens da leitura de periódicos? Isto bem serviu a Hitler, Lenin, Stalin, Fidel e tantos outros que desgraçaram dezenas de milhões de vidas no século passado.

Lembremos que quem deu espaço ao Jornalista Lúcio Flávio foi a rádio CBN – que é da rede Globo e não uma empresa do Grupo Carta, afinal não afrontaria os aliados petralha lá na capitania hereditária ... Assim esse caso chegou aos EUA e ganhou conotação internacional, e onde se vê que a doutrina petralha, fiel aos preceitos do medíocre presidente da facção Rui Falcão – exige a punibilidade da imprensa livre no Brasil.

O que forma uma nação são as suas instituições que nada são sem os costumes de seu povo, é por isso que muitos estão nas redes sociais, tal qual o Sr. Lúcio Flávio lutando por um futuro melhor; não é o caso do Sr. Carta, que ouve o galo cantar e não sabe onde. Sem as crenças elevadas jamais chegaremos a construir nada e sem homens com espíritos e aspirações elevadas não teremos guias a nos conduzir.

Qualquer que seja a forma política e a legislação de um povo, se ele possui bons costumes e fortes convicções, será sempre mais prestigioso do que outro povo de moralidade inferior; de resto muitos e muitos homens de moral elevada nascerão e prosperarão nessa sociedade tais quais àqueles que o Sr. Mino Carta, citou no início de seu artigo. Homens de valor são consequência do tecido sociopolítico que vivemos numa nação e a cada geração eles frutificam em função disso; e por isso, e com a politicalha reinante afasta-se essa possibilidade.

Tal politicalha é defendida pelo Sr. Carta; lamentamos frisar, mas jamais o Brasil será um país com futuro promissor enquanto esse tipo de gente estiver na vida pública do país.

Nossas esperanças estão e sempre estarão naqueles que lutam e não se deixam abater, estejam na imprensa, nas redes sociais, nas igrejas, quartéis, escolas, universidades, basta que tenham a moral elevada e o desejo de uma nação próspera e soberana.

Respeitosamente,
Oswaldo Colombo Filho


29/01/13 - Jorge Henrique Bastos - Jornalista, crítico literário, tradutor e poeta - Adital


Solidariedade com o jornalista Lúcio Flávio Pinto

Campanha de solidariedade a Lúcio Flávio Pinto- de novo ameaçado e condenado por um poder judiciário promiscuo com os interesses econômicos da região.

Bom dia.
Tomo a liberdade de escrever este email que, apesar de pessoal, me assumo como editor, e sobretudo paraense.
Como vocês, nasci em Belém, mas vivo fora do Estado do Pará desde o início dos anos 80.
Contudo, nunca deixei de acompanhar a atualidade da região onde nasci, e a qual me mantenho ligado de todas as formas.
É nesta condição que digito tais palavras, deixando de lado toda a minha atuação como ex-jornalista, crítico literário, tradutor e poeta, e expondo o meu lado consciente.
Mesmo tendo vivido 16 anos na Europa, onde atuei como jornalista e editor, cada ano que passava eu me sentia cada vez mais paraense.
Acredito que com o passar dos anos, nossas origens se acentuam ainda mais, a pessoa percebe ao que pertence e de onde é. São os chamados do sangue.
Tive muitas alegrias ao longo dos meus 48 anos, o nascimento de minhas filhas, a publicação de algumas obras, o encontro com determinadas pessoas, certos lugares que conheci.
Ano passado, numa certa noite de outubro, aqui em São Paulo, senti-me firmemente paraense e orgulhoso ao ver o Lúcio Flávio Pinto sendo aplaudido de pé por todo o Teatro Tuca, que o ovacionou como um dos mais importantes jornalistas brasileiros, pelo seu trabalho jornalístico na trincheira da Amazônia.
Nesse momento, fiquei ainda mais feliz e orgulhoso por ter publicado o seu livro, onde se pode ver a atuação radical do Lúcio sobre os temas mais prementes sobre a Amazônia. A minha terra. A nossa terra.
Seu domínio sobre questões cruciais, dão-lhe a justa posição como a voz principal a defender a Amazônia.
Lúcio denunciou a grilagem de Cecílio do Rego Almeida (5 milhões de hectares), os problemas que Carajás provoca na região, e muitas vezes mantêm as condições da população como sempre foi: sob a miséria; ou aqueles como os projetos hidrelétricos –como Belo Monte- realizados sem sensatez e estudos absolutamente necessários. Mas questões como o desmatamento, a exploração indiscriminada do minério, estiveram sempre na sua pauta, e sob a sua atenção contínua.
Enfim, não adianta enumerar tudo o que ele já fez, basta uma busca rápida na internet para se ter conhecimento da sua produção.
É por todo esse trabalho, essa dedicação, a coragem e a ousadia, que uma indignação furiosa tomou conta de mim ao ler a notícia que ele havia perdido um processo, e os Maiorana ganharam o direito (sic) de exigir uma indenização de R$400.000!!
Como tal coisa poderia ocorrer? Como isso poderia acontecer na terra que ele defende, estuda e pesquisa? Como a Justiça da sua terra transforma-o de vítima em réu? Por essa razão decidi aliar-me ao Lúcio, sem ele saber, e começar por escrever este email para conclamar todos aqueles que se sentem indignados com o processo kafkiano e injusto que tenta calar o Lúcio.
E agora mais do que nunca.
Pelo meu lado, já comecei, aqui em São Paulo, a movimentar pessoas e organizar um evento, o mais breve possível, para chamar a atenção sobre o que está acontecendo no Pará.
E espero que, com isso, aí em Belém também, comecem a movimentação para demonstrar apoio ao Lúcio Flávio Pinto, e, quem sabe, assim, conseguir obstaculizar o processo de que é alvo, alterando a realidade atual.
O que está em causa não é só o Lúcio Flávio Pinto, é um trabalho que defende uma região, uma terra que é de todos nós.
Sem essa voz, todos nós ficaremos mais pobres e mais indefesos.
Se calarem a voz do Lúcio, é a Amazônia quem mais perderá e, por essa via, nossos filhos e netos.
Abraços
Jorge Bastos


01/03/10 - Jorge Furtado

Imprensa marrom – quando não é sensacionalismo é notícia distorcida para atingir interesses escusos.


O pior de tudo é que a maioria das concessões nos Estados está na mão de nossos desonestos políticos.


Fato é que, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.


Se para as pessoas esclarecidas há necessidade de fazer uma ginástica danada para filtrar o que é verdadeiro do que é falso, imagina para os menos esclarecidos.


É proposital na maioria das vezes quando se quer levar o leitor ao erro. É a manipulação da informação.


O que fazer?

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